Columna vertebral

Combo Gratuito - COVID-19

Temos o compromisso com a educação, por isso estamos liberando o material rico sobre o Sistema Cardiovascular, contendo Apostila, Banco de Questões e Palavras cruzadas. Receba AGORA no seu e-mail.

COLUMNA VERTEBRAL

A coluna vertebral, também chamada de espinha dorsal, estende-se do crânio até a pelve. Ela é responsável por dois quintos do peso corporal total e é composta por tecido conjuntivo e por uma série de ossos, chamados vértebras, as quais estão sobrepostas em forma de uma coluna, daí o termo coluna vertebral.

A coluna vertebral é constituída por 24 vértebras + sacro + cóccix e constitui, junto com a cabeça, esterno e costelas, o esqueleto axial.

Tamanho

No adulto, a coluna tem aproximadamente:

Homem: 72 – 75 cm

Mulher: 61 – 65 cm

Articulações da Coluna Vertebral

Todas as vértebras da C2 até S1 articulam-se por meio:

– Articulações dos Corpos Vertebrais

– Articulações dos Arcos Vertebrais

  • Articulações entre os processos articulares
  • Articulação entre as lâminas, processos espinhosos e transversos

Articulaciones de los cuerpos vertebrales

Os corpos vertebrais estão unidos em uma articulação classificada como cartilagínea secundária e 3 estruturas garantem tanto essa união como a estabilidade estática e dinâmica entre os elementos vertebrais. São eles:

  • Os Discos Intervertebrais
  • O Ligamento Longitudinal Anterior
  • O Ligamento Longitudinal Posterior

Articulação Intervertebral

São articulações cartilagíneas projetadas para suportar peso e resistência. Tendo como estrutura relevante para conseguir realizar essas funções o Disco Intervertebral.

Disco intervertebral

São elementos esqueléticos de formato discoide constituídos por cartilagem fibrosa (fibrocartilagem) que se interpõem entre os corpos vertebrais.

Existem ao longo da coluna vertebral normal 23 discos intervertebrais, os quais estão localizados imediatamente abaixo do corpo das vértebras, a partir da vértebra C2 (áxis).

Delgadas lâminas terminais separam os discos de seus corpos vertebrais.

As lâminas terminais possuem importantes funções. A primeira é relacionada á função de nutrição do disco: elas formam uma barreira permeável através da qual água e nutrientes podem passar entre o núcleo pulposo e o osso esponjoso dos corpos vertebrais.

Secundariamente, apresentam um papel mecânico em prevenir o abaulamento do núcleo para o interior do corpo vertebral.

O somatório da altura entre os discos intervertebrais corresponde a cerca de 25% (20 a 33%) do comprimento total da coluna. Variam em forma, tamanho e espessura no trajeto da coluna vertebral.

Eles são mais espessos anteriormente na região cervical e lombar e quase uniforme na região torácica.

Os discos são unidos aos ligamentos longitudinais anteriores e posteriores no nível torácico, eles também são unidos lateralmente por ligamentos intra-articulares às cabeças das costelas que se articulam com as vértebras adjacentes.

É constituído por um disco fibroso periférico composto de tecido cartilaginoso (ANILLO DE FIBRA) e uma substância interna, muito elástica, macia, gelatinosa (Núcleo Pulposo).

ANILLO DE FIBRA

Consiste em lamelas concêntricas de fibrocartilagem, que formam a circunferência do disco.

Parte externa do disco intervertebral constituído por cartilagem fibrosa com predominância de fibras colágenas.

 A quantidade de colágeno aumenta da porção interna do anel em direção à externa.

Os anéis inserem-se nos anéis epifisários lisos e arredondados situados nas faces articulares dos corpos vertebrais.

Cerca de 40% das camadas anulares são incompletas em qualquer parte do disco, no entanto a maior parte dessas se localiza na área póstero-lateral.

Na coluna lombar as porções anteriores e laterais do anel são aproximadamente duas vezes mais espessas do que a porção posterior, fazendo do anel posterior uma área fraca, sendo assim predisposta a traumatismo e alterações degenerativas.

Núcleo Pulposo

Parte central do disco intervertebral. É mais cartilagíneo do que fibroso e é normalmente muito elástico.

É um gel semifluido (40 a 60% do volume total do disco) constituído por cartilagem fibrosa com predominância de proteoglicanas em relação as fibras colágenas, principalmente do tipo II.

Sendo um fluido, o núcleo pode ser deformado sob pressão, sem redução em seu volume. Esta propriedade essencial capacita-o tanto a se acomodar ao movimento quanto a transmitir algo da carga compreensiva de uma vértebra a outra.

Atua como absorvente de choque para as forças axiais e como um coxim semilíquido que suporta peso durante a flexão, extensão e rotação lateral da coluna vertebral.

O núcleo pulposo está localizado mais posterior do que centralmente e possui elevado conteúdo de H2O que está no máximo no nascimento e diminui com o avançar da idade.

O conteúdo de água no núcleo varia durante a vida de 88% ao nascimento para 65% em um indivíduo de 77 anos (diferente do que ocorre no anel fibroso que mantém esse conteúdo em cerca de 70-75%).

Funções do Disco Intervertebral

  • Amortecer choques
  • Absorver impactos
  • Alinhamento e união
  • Fornecem mobilidade

Compressão nos discos intervertebrais durante o movimento de flexão e extensão da coluna vertebral.

Efeitos da carga vertical sobre a coluna

Carga vertical é aplicada à coluna pelo próprio peso do corpo, pela ação muscular, pela ação dos ligamentos ou por uma carga externa sustentada pela coluna vertebral.

O resultado é a redução da altura do disco, com aumento de seu diâmetro; deformação do osso esponjoso e procidência das lâminas terminais para o interior dos corpos vertebrais.

Além disso há a aproximação das extremidades dos processos articulares que pode ser um fator de artrose, depois de algum tempo.

Discos sadios e lesados respondem diferentemente à compressão axial.

Forma dos Discos Intervertebrais

A forma dos discos corresponde à dos corpos vertebrais e pode ser plana, abaulada e reentrante. Esse fato se associa coma resistência do disco à flexão e torção.

Altura dos Discos Intervertebrais

A altura dos discos varia de acordo com diferentes regiões da coluna vertebral e está relacionada com a maior ou menor curvatura e mobilidade das regiões vertebrais.

A altura dos discos pode variar com:

  • Idade
  • Anomalias congênitas (sacralização e lombarização)
  • Patologia
  • Variação diurna (15-20 mm)

Vascularização do Disco Intervertebral

Para a sua nutrição o disco depende da difusão de nutrientes tais como glicose, sulfato e oxigênio. Estes atingem o disco por duas vias:

Anular: vasos sanguíneos na periferia do anel fibroso

Laminar: por plexos capilares sob as lâminas terminais.

A via laminar de nutrição depende do fluxo de fluido para dentro e para fora do disco que, por sua vez, se relaciona com a postura e carga sobre a coluna.

A borda posterior do disco apresenta um suprimento nutricional deficiente.

O disco é avascular após os 10 anos (tirando as fibras externas).

Exceto em relação as suas periferias, supridas a partir de vasos sanguíneos, os discos são avasculares e sustentados pela difusão dos ossos vertebrais.

Ligamento longitudinal anterior

É uma forte faixa fibrosa larga que conecta as faces ântero-laterais dos corpos vertebrais e os discos.

Se estende do sacro aos tubérculos anteriores de C1 e o osso occipital, anterior ao forame magno. Continua-se superiormente com o ligamento atlantoaxial anterior.

Mais largo caudalmente, mas espesso e estreito na região torácica e também mais estreitos em frente aos corpos vertebrais do que no nível das sínfises intervertebrais.

Función

Mantém a estabilidade das articulações entre os corpos vertebrais e ajuda a impedir a hiperextensão da coluna vertebral.

CONEXIÓN LONGITUDINAL PREVIA
Ligamento longitudinal anterior
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento longitudinal posterior

É uma faixa muito mais estreita, um pouco mais fraca do que o ligamento longitudinal anterior.

Corre dentro do canal vertebral ao longo da face posterior dos corpos vertebrais. Se fixa nos discos intervertebrais e às margens posteriores dos corpos vertebrais de C2 ao sacro.Continua-se superiormente com a membrana tectória.

Función

Ajuda a impedir a hiperflexão da coluna lombar e a herniação e protrusão posterior dos discos.

CONEXIÓN LONGITUDINAL
 Ligamento longitudinal posterior
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulaciones Espinales

São articulações dos processos articulares (zigoapofisárias).

Cada articulação é envolvida por uma fina cápsula articular frouxa. A cápsula está fixada nas margens dos processos articulares das vértebras adjacentes.

As articulações dos processos articulares permitem movimentos de deslizamento entre as vértebras: a forma e a disposição das facetas articulares determinam o tipo de movimento possível.

Articulações Acessórias

As articulações dos processos articulares permitem movimentos de deslizamento entre as vértebras: a forma e a disposição das facetas articulares determinam o tipo de movimento possível.

Ligamento amarillo

É um tecido fibroso elástico amarelo largo que une as lâminas dos arcos vertebrais.

Mantém a lâmina acima até a lâmina abaixo, mantendo assim, as lâminas das vértebras adjacentes juntas, formando a parede posterior do canal vertebral. Possui certa elasticidade que serve para preservar a postura vertical.

Os ligamentos amarelos são longos, finos e amplos na região cervical; mais espesso na região torácica e mais ainda na região lombar.

Función

Impedem a separação da lâmina evitando, normalmente, a lesão dos discos intervertebrais

Os fortes ligamentos amarelos elásticos ajudam a preservar as curvaturas normais da coluna vertebral e auxiliam a endireitar a coluna após a flexão.

ENLACES AMARILLOS
 Ligamento amarillo
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento da Nuca

Septo intermuscular fibroelástico e frequentemente considerado homólogo com os ligamentos supraespinhal e interespinhal do pescoço.

É composto de tecido fibroelástico grosso que se estende da protuberância occipital externa e margem posterior do forame magno até os processos espinhosos das vértebras cervicais.

CONEXIÓN NUCAL
Ligamento Nucal
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento Supraespinhal

Ligamento fibroso e resistente que une os ápices dos processos espinhosos a partir da C7 até o sacro (mais espessos e largos nos níveis lombares e intimamente misturado com a fáscia adjacente.

Entre a C7 e a protuberância occipital externa ele é expandido como o ligamento da nuca.

Ligamento Interespinhal

Finos e quase membranosos, unem os processos espinhosos adjacentes, suas inserções estendem-se da raiz até o ápice de cada um. Eles encontram os ligamentos amarelos na frente e os ligamentos supraespinhal atrás.

Función

Impedem a separação dos processos espinhosos, ou seja, o movimento de flexão da coluna.

Enlaces superspinosos e interespinosos
Ligamento supraespinoso y ligamento interespinoso
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento Intertransversal

Entre os processos transversos adjacentes, são constituídos por fibras espalhadas na região cervical e cordões fibrosos na região torácica. Os ligamentos intertransversais da região lombar são finos e membranáceo.

Función

Impedem a separação dos processos transversos, ou seja, o movimento de inclinação lateral.

CONEXIONES INTERTRANSVERSALES Y LONGITUDINALES ANTERIORES
Ligamento longitudinal anterior y ligamento interespinoso
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulaciones Atlanto-occipitales (C0 y #8211; C1)

Esta articulación está formada por las siguientes estructuras:

Cápsulas Articulares & #8211; Rodean los cóndilos occipitales y las facetas articulares de las masas laterales del atlas.

Membrana Atlanto-occipital Anterior & #8211; La fibra ancha y gruesa entretejida se une al margen anterior del agujero magno con el borde superior del arco del atlas anterior.

Membrana Atlanto-occipital posterior & #8211; Es ancho y delgado y está fijado al margen posterior del agujero magno y al borde superior del arco posterior del atlas.

Ligamentos Atlanto-occipitales, laterales & #8211; Son porciones engrosadas de las cápsulas articulares reforzadas por haces de tejido superior y medial fibroso y dirigido oblicuamente. Se ajustan al proceso yugular del hueso occipital y a la base del proceso transversal del atlas.

CONEXIONES ATLANTO-OCCIPITALES (C0 y #8211; C1)
Ligamentos Atlanto-Ocipital
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamentos occipito-axiales (C0 y #8211; C2)

Esta articulación está formada por las siguientes estructuras:

Membrana tectónica & #8211; Es una banda extensa y resistente que cubre el diente y sus ligamentos dentro del canal espinal. Se considera la extensión del ligamento longitudinal posterior. Se inserta en el cuerpo del eje y superiormente en el surco basilar occipital.

Ligamentos alar & #8211; Comienzan a ambos lados del ápice del diente y se insertan en la parte medial rugosa de los cóndilos occipitales.

Ligamento apical del diente & #8211; Se extiende desde el ápice del diente maxilar hasta el margen posterior del agujero magno entre los ligamentos alar.

ENLACES OCCIPITO-AXIALES (C0 y #8211; C2)
Ligamentos occipito-axiales
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Juntas Atlanto-Axiales (C1 y #8211; C2)

La articulación del atlas con el eje comprende las siguientes estructuras:

Cápsulas Articulares & #8211; son delgados y sueltos y unen los márgenes de las masas laterales del atlas con los de la cara articular posterior del eje.

Ligamento Atlanto-Axial Anterior & #8211; Es una membrana resistente unida al margen inferior del arco posterior del atlas y a la cara ventral del cuerpo del eje.

Ligamento Atlantoaxial Posterior & #8211; Es una membrana delgada y ancha insertada en el borde inferior del arco posterior del atlas y el margen superior de las cuchillas del eje.

Ligamento transversal del atlas & #8211; Es una banda gruesa, resistente y arqueada que mantiene el diente en contacto con el arco anterior. Encaja en la parte basilar del occipital y la cara posterior del cuerpo del eje. El ligamento transversal del atlas junto con los fascículos longitudinales superior e inferior forman el ligamento cruciforme.

ENLACES DE ALTA REGIÓN CERVICAL
Ligamentos de la región cervical superior
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulaciones Costovertebrales

Estas articulaciones se dividen en dos partes:

1 y #8211; Articulación de la cabeza de la costilla con el cuerpo vertebral;

2 y #8211; Articulación costotransversica, donde el cuello de la costilla se articula con el proceso transversal de las vértebras torácicas.

1 y #8211; Junta de cabeza de costilla Es una articulación plana formada por la articulación de la cabeza de la costilla con el cuerpo vertebral de las vértebras torácicas. Los ligamentos de esta articulación son:

Cápsula articular & #8211; Consiste en fibras cortas y resistentes que conectan las cabezas de las costillas a las cavidades articulares formadas por las vértebras y los discos intervertebrales.

Ligamento radial de la costilla & #8211; une las partes anteriores de las costillas a los cuerpos de dos vértebras y sus discos intervertebrales. Consiste en tres fascículos planos que se insertan en la parte anterior de la cabeza de las costillas.

Ligamento intraarticular de la cabeza de la costilla & #8211; Es un haz corto y plano insertado lateralmente en la cresta entre las facetas articulares y medialmente en el disco intervertebral, que divide la articulación (cada una con su propia membrana sinovial).

CONEXIÓN RADIADA
 Ligamento Radiado
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

2 y #8211; Articulación costotransversal & #8211; Es la articulación entre la faceta articular del tubérculo costal y el proceso transversal correspondiente de la vértebra. Está formado por las siguientes estructuras:

Cápsula articular & #8211; Es delgado y se inserta en la circunferencia articular con un revestimiento sinovial.

Ligamento costotransverso superior & #8211; Se ajusta al borde superior del cuello de la costilla y al proceso transversal de la vértebra superior.

Ligamento costotransverso posterior & #8211; Son fibras que se insertan en el cuello de la costilla y en la base del proceso transversal y el borde lateral del proceso articular de la vértebra anterior.

Ligamento de cuello de costilla & #8211; Son fibras cortas y resistentes que unen la parte posterior del cuello de la costilla con el proceso transversal adyacente.

Rib Tuber Ligament & #8211; Es un fascículo corto, grueso y resistente que se extiende desde el vértice del proceso transversal hasta la porción no articular del tubérculo costal.

ENLACES DE COSTOTRANSVERSARIO
Ligamentos costotransversos
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulaciones Esternocostales & #8211; Las articulaciones del cartílago costal verdadero con el esternón son articulaciones planas, excepto la primera, que es una sincondrosis. Los elementos de conexión son:

Cápsula articular & #8211; Son fibras muy delgadas que rodean las articulaciones de los cartílagos costales de las costillas verdaderas con el esternón.

Ligamento esternocostal radiante & #8211; haces delgados y radiantes que irradian desde las superficies anterior y posterior de los extremos esternal del cartílago costal verdadero.

Ligamento esternocostal intraarticular & #8211; constante solo en la segunda costilla. Se extiende desde el cartílago costal hasta el cartílago fibro que une el manubrio al cuerpo del esternón.

Ligamento Costoxifoides & #8211; conectar las caras anterior y posterior de la séptima costilla a ellos en el proceso xifoides.

JUNTAS ESTERNOCOSTALES
Articulaciones Esternocostales
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulaciones intercondrales & #8211; articulaciones entre los cartílagos costales.

Articulaciones Costocondrales & #8211; articulaciones entre las costillas y los cartílagos costales.

Articulaciones Esternas:

1 – Manubrio-esternal & #8211; entre el manubrio y el cuerpo del esternón suele haber una sínfisis.

2 – Xifoesternal & #8211; entre el proceso xifoides y el cuerpo del esternón, generalmente es una sínfisis.

Articulaciones lumbosacrales

Estas son las articulaciones entre la quinta vértebra lumbar y el hueso sacro. Sus cuerpos están unidos por una sínfisis, que incluye un disco intervertebral.

Ligamento Ileolumbar - se inserta en la cara anteroinferior de la quinta vértebra lumbar y se irradia hacia la pelvis a través de dos haces: uno inferior, el ligamento lumbosacro que se inserta en la cara anterosuperior del sacro y un haz superior, la inserción parcial del músculo cuadrado del lomo, que pasa a la cresta ilíaca anterior a la articulación sacroilíaca, continuando con la fascia toracolumbar.

CONEXIÓN ILEOLOMBAR
Ligamento Ileolumbar
Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Articulación Sacrococcígea

Esta es una sínfisis entre el ápice del sacro y la base del cóccix, unida por un disco de fibrocartílago.

Ligamento Sacrococcígeo Anterior & #8211; fibras irregulares que descienden sobre las superficies pélvicas tanto del sacro como del cóccix.

Ligamento Sacrococcígeo Posterior & #8211; La superficie superficial pasa de la parte posterior de la quinta vértebra sacra a la parte posterior del cóccix.

Ligamento Sacrococcígeo Lateral - conecta un proceso transversal del cóccix al ángulo inferolateral del hueso sacro.

Ligamentos Intercorneales - Únete a los cuernos del sacro y el cóccix.

CONJUNTO SACRO-COCCIGÉTICO
Articulación sacrococcígea

 

Fuente: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

VEA MAS

Articulaciones sinoviales
Cajero automático
Hombro
Codo
Puño
Cadera
Rodilla
Tobillo