SPINE

A coluna vertebral, também chamada de espinha dorsal, estende-se do crânio até a pelve. Ela é responsável por dois quintos do peso corporal total e é composta por tecido conjuntivo e por uma série de ossos, chamados vértebras, as quais estão sobrepostas em forma de uma coluna, daí o termo coluna vertebral.

A coluna vertebral é constituída por 24 vértebras + sacro + cóccix e constitui, junto com a cabeça, esterno e costelas, o esqueleto axial.

Tamanho

No adulto, a coluna tem aproximadamente:

Homem: 72 – 75 cm

Mulher: 61 – 65 cm

Articulações da Coluna Vertebral

Todas as vértebras da C2 até S1 articulam-se por meio:

– Articulações dos Corpos Vertebrais

– Articulações dos Arcos Vertebrais

  • Articulações entre os processos articulares
  • Articulação entre as lâminas, processos espinhosos e transversos

Joints of the Vertebral Bodies

Os corpos vertebrais estão unidos em uma articulação classificada como cartilagínea secundária e 3 estruturas garantem tanto essa união como a estabilidade estática e dinâmica entre os elementos vertebrais. São eles:

  • Os Discos Intervertebrais
  • O Ligamento Longitudinal Anterior
  • O Ligamento Longitudinal Posterior

Articulação Intervertebral

São articulações cartilagíneas projetadas para suportar peso e resistência. Tendo como estrutura relevante para conseguir realizar essas funções o Disco Intervertebral.

Intervertebral Disc

São elementos esqueléticos de formato discoide constituídos por cartilagem fibrosa (fibrocartilagem) que se interpõem entre os corpos vertebrais.

Existem ao longo da coluna vertebral normal 23 discos intervertebrais, os quais estão localizados imediatamente abaixo do corpo das vértebras, a partir da vértebra C2 (áxis).

Delgadas lâminas terminais separam os discos de seus corpos vertebrais.

As lâminas terminais possuem importantes funções. A primeira é relacionada á função de nutrição do disco: elas formam uma barreira permeável através da qual água e nutrientes podem passar entre o núcleo pulposo e o osso esponjoso dos corpos vertebrais.

Secundariamente, apresentam um papel mecânico em prevenir o abaulamento do núcleo para o interior do corpo vertebral.

O somatório da altura entre os discos intervertebrais corresponde a cerca de 25% (20 a 33%) do comprimento total da coluna. Variam em forma, tamanho e espessura no trajeto da coluna vertebral.

Eles são mais espessos anteriormente na região cervical e lombar e quase uniforme na região torácica.

Os discos são unidos aos ligamentos longitudinais anteriores e posteriores no nível torácico, eles também são unidos lateralmente por ligamentos intra-articulares às cabeças das costelas que se articulam com as vértebras adjacentes.

É constituído por um disco fibroso periférico composto de tecido cartilaginoso (FIBER RING) e uma substância interna, muito elástica, macia, gelatinosa (Pulpous Core).

FIBER RING

Consiste em lamelas concêntricas de fibrocartilagem, que formam a circunferência do disco.

Parte externa do disco intervertebral constituído por cartilagem fibrosa com predominância de fibras colágenas.

 A quantidade de colágeno aumenta da porção interna do anel em direção à externa.

Os anéis inserem-se nos anéis epifisários lisos e arredondados situados nas faces articulares dos corpos vertebrais.

Cerca de 40% das camadas anulares são incompletas em qualquer parte do disco, no entanto a maior parte dessas se localiza na área póstero-lateral.

Na coluna lombar as porções anteriores e laterais do anel são aproximadamente duas vezes mais espessas do que a porção posterior, fazendo do anel posterior uma área fraca, sendo assim predisposta a traumatismo e alterações degenerativas.

Pulpous Core

Parte central do disco intervertebral. É mais cartilagíneo do que fibroso e é normalmente muito elástico.

É um gel semifluido (40 a 60% do volume total do disco) constituído por cartilagem fibrosa com predominância de proteoglicanas em relação as fibras colágenas, principalmente do tipo II.

Sendo um fluido, o núcleo pode ser deformado sob pressão, sem redução em seu volume. Esta propriedade essencial capacita-o tanto a se acomodar ao movimento quanto a transmitir algo da carga compreensiva de uma vértebra a outra.

Atua como absorvente de choque para as forças axiais e como um coxim semilíquido que suporta peso durante a flexão, extensão e rotação lateral da coluna vertebral.

O núcleo pulposo está localizado mais posterior do que centralmente e possui elevado conteúdo de H2O que está no máximo no nascimento e diminui com o avançar da idade.

O conteúdo de água no núcleo varia durante a vida de 88% ao nascimento para 65% em um indivíduo de 77 anos (diferente do que ocorre no anel fibroso que mantém esse conteúdo em cerca de 70-75%).

Funções do Disco Intervertebral

  • Amortecer choques
  • Absorver impactos
  • Alinhamento e união
  • Fornecem mobilidade

Compressão nos discos intervertebrais durante o movimento de flexão e extensão da coluna vertebral.

Efeitos da carga vertical sobre a coluna

Carga vertical é aplicada à coluna pelo próprio peso do corpo, pela ação muscular, pela ação dos ligamentos ou por uma carga externa sustentada pela coluna vertebral.

O resultado é a redução da altura do disco, com aumento de seu diâmetro; deformação do osso esponjoso e procidência das lâminas terminais para o interior dos corpos vertebrais.

Além disso há a aproximação das extremidades dos processos articulares que pode ser um fator de artrose, depois de algum tempo.

Discos sadios e lesados respondem diferentemente à compressão axial.

Forma dos Discos Intervertebrais

A forma dos discos corresponde à dos corpos vertebrais e pode ser plana, abaulada e reentrante. Esse fato se associa coma resistência do disco à flexão e torção.

Altura dos Discos Intervertebrais

A altura dos discos varia de acordo com diferentes regiões da coluna vertebral e está relacionada com a maior ou menor curvatura e mobilidade das regiões vertebrais.

A altura dos discos pode variar com:

  • Idade
  • Anomalias congênitas (sacralização e lombarização)
  • Patologia
  • Variação diurna (15-20 mm)

Vascularização do Disco Intervertebral

Para a sua nutrição o disco depende da difusão de nutrientes tais como glicose, sulfato e oxigênio. Estes atingem o disco por duas vias:

Anular: vasos sanguíneos na periferia do anel fibroso

Laminar: por plexos capilares sob as lâminas terminais.

A via laminar de nutrição depende do fluxo de fluido para dentro e para fora do disco que, por sua vez, se relaciona com a postura e carga sobre a coluna.

A borda posterior do disco apresenta um suprimento nutricional deficiente.

O disco é avascular após os 10 anos (tirando as fibras externas).

Exceto em relação as suas periferias, supridas a partir de vasos sanguíneos, os discos são avasculares e sustentados pela difusão dos ossos vertebrais.

Anterior Longitudinal Ligament

É uma forte faixa fibrosa larga que conecta as faces ântero-laterais dos corpos vertebrais e os discos.

Se estende do sacro aos tubérculos anteriores de C1 e o osso occipital, anterior ao forame magno. Continua-se superiormente com o ligamento atlantoaxial anterior.

Mais largo caudalmente, mas espesso e estreito na região torácica e também mais estreitos em frente aos corpos vertebrais do que no nível das sínfises intervertebrais.

Function

Mantém a estabilidade das articulações entre os corpos vertebrais e ajuda a impedir a hiperextensão da coluna vertebral.

PREVIOUS LONGITUDINAL CONNECTION
Anterior Longitudinal Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Posterior Longitudinal Ligament

É uma faixa muito mais estreita, um pouco mais fraca do que o ligamento longitudinal anterior.

Corre dentro do canal vertebral ao longo da face posterior dos corpos vertebrais. Se fixa nos discos intervertebrais e às margens posteriores dos corpos vertebrais de C2 ao sacro.Continua-se superiormente com a membrana tectória.

Function

Ajuda a impedir a hiperflexão da coluna lombar e a herniação e protrusão posterior dos discos.

LONGITUDINAL CONNECTION
 Posterior Longitudinal Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Spinal Articulations

São articulações dos processos articulares (zigoapofisárias).

Cada articulação é envolvida por uma fina cápsula articular frouxa. A cápsula está fixada nas margens dos processos articulares das vértebras adjacentes.

As articulações dos processos articulares permitem movimentos de deslizamento entre as vértebras: a forma e a disposição das facetas articulares determinam o tipo de movimento possível.

Articulações Acessórias

As articulações dos processos articulares permitem movimentos de deslizamento entre as vértebras: a forma e a disposição das facetas articulares determinam o tipo de movimento possível.

Yellow Ligament

É um tecido fibroso elástico amarelo largo que une as lâminas dos arcos vertebrais.

Mantém a lâmina acima até a lâmina abaixo, mantendo assim, as lâminas das vértebras adjacentes juntas, formando a parede posterior do canal vertebral. Possui certa elasticidade que serve para preservar a postura vertical.

Os ligamentos amarelos são longos, finos e amplos na região cervical; mais espesso na região torácica e mais ainda na região lombar.

Function

Impedem a separação da lâmina evitando, normalmente, a lesão dos discos intervertebrais

Os fortes ligamentos amarelos elásticos ajudam a preservar as curvaturas normais da coluna vertebral e auxiliam a endireitar a coluna após a flexão.

YELLOW LINKS
 Yellow Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento da Nuca

Septo intermuscular fibroelástico e frequentemente considerado homólogo com os ligamentos supraespinhal e interespinhal do pescoço.

É composto de tecido fibroelástico grosso que se estende da protuberância occipital externa e margem posterior do forame magno até os processos espinhosos das vértebras cervicais.

NUCAL CONNECTION
Nucal Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento Supraespinhal

Ligamento fibroso e resistente que une os ápices dos processos espinhosos a partir da C7 até o sacro (mais espessos e largos nos níveis lombares e intimamente misturado com a fáscia adjacente.

Entre a C7 e a protuberância occipital externa ele é expandido como o ligamento da nuca.

Ligamento Interespinhal

Finos e quase membranosos, unem os processos espinhosos adjacentes, suas inserções estendem-se da raiz até o ápice de cada um. Eles encontram os ligamentos amarelos na frente e os ligamentos supraespinhal atrás.

Function

Impedem a separação dos processos espinhosos, ou seja, o movimento de flexão da coluna.

Superspinous and interspinous links
Supraspinatus Ligament and Interspinous Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Ligamento Intertransversal

Entre os processos transversos adjacentes, são constituídos por fibras espalhadas na região cervical e cordões fibrosos na região torácica. Os ligamentos intertransversais da região lombar são finos e membranáceo.

Function

Impedem a separação dos processos transversos, ou seja, o movimento de inclinação lateral.

PREVIOUS INTERTRANSVERSAL AND LONGITUDINAL CONNECTIONS
Anterior Longitudinal Ligament and Interspinous Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Atlanto-Occipital Joints (C0 & #8211; C1)

This joint is formed by the following structures:

Articular Capsules & #8211; they surround the occipital condyles and the articular facets of the atlas lateral masses.

Atlanto-occipital Membrane Previous & #8211; The broad, thickly interwoven fiber joins the anterior margin of the foramen magnum with the upper edge of the anterior atlas arch.

Posterior Atlanto-occipital Membrane & #8211; It is broad and thin and is fixed to the posterior margin of the foramen magnum and to the upper edge of the posterior arch of the atlas.

Atlanto-occipital Ligaments, Lateral & #8211; They are thickened portions of the joint capsules reinforced by bundles of fibrous and obliquely directed superior and medial tissue. They fit into the jugular process of the occipital bone and the base of the transverse process of the atlas.

ATLANTO-OCCIPITAL CONNECTIONS (C0 & #8211; C1)
Atlanto-Ocipital Ligaments
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Occipito-Axial Ligaments (C0 & #8211; C2)

This joint is formed by the following structures:

Tectonic Membrane & #8211; It is an extensive and resilient band that covers the tooth and its ligaments within the spinal canal. The extension of the posterior longitudinal ligament is considered. It is inserted into the body of the axis and superiorly into the occipital basilar sulcus.

Alar Ligaments & #8211; They begin on either side of the apex of the tooth and insert into the rough medial part of the occipital condyles.

Tooth Apical Ligament & #8211; It extends from the apex of the maxillary tooth to the posterior margin of the foramen magnum between the alar ligaments.

OCCIPITO-AXIAL LINKS (C0 & #8211; C2)
Occipito-Axial Ligaments
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Atlanto-Axial Joints (C1 & #8211; C2)

The articulation of the atlas with the axis comprises the following structures:

Articular Capsules & #8211; they are slender and loose and join the margins of the atlas lateral masses to those of the posterior articular face of the axis.

Anterior Atlanto-Axial Ligament & #8211; It is a tough membrane attached to the lower margin of the posterior arch of the atlas and to the ventral face of the axis body.

Posterior Atlantoaxial Ligament & #8211; It is a thin, broad membrane inserted into the lower edge of the posterior arch of the atlas and the upper margin of the axis blades.

Atlas Transverse Ligament & #8211; It is a thick, sturdy, arched band that keeps the tooth in contact with the anterior arch. It fits into the basilar part of the occipital and the posterior aspect of the body of the axis. The transverse ligament of the atlas together with the superior and inferior longitudinal fascicles form the cruciform ligament.

HIGH CERVICAL REGION LINKS
Ligaments of the Upper Cervical Region
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Costovertebral Joints

These joints are divided into two parts:

1 & #8211; Articulation of the rib head with the vertebral body;

2 & #8211; Costotransversic joint, where the rib neck articulates with the transverse process of the thoracic vertebrae.

1 & #8211; Rib Head Joint It is a flat joint formed by the articulation of the rib head with the vertebral body of the thoracic vertebrae. The ligaments of this joint are:

Articular Capsule & #8211; It consists of short, sturdy fibers connecting the rib heads to the articular cavities formed by the vertebrae and intervertebral discs.

Radial Ligament of Rib Head & #8211; joins the anterior parts of the rib heads to the bodies of two vertebrae and their intervertebral discs. It consists of three flat fascicles that insert into the anterior part of the head of the ribs.

Intra-articular Rib Head Ligament & #8211; It is a short, flat beam inserted laterally into the crest between the articular facets and medially into the intervertebral disc, dividing the joint (each with its own synovial membrane).

RADIED CONNECTION
 Radiated Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

2 & #8211; Costotransversal Articulation & #8211; It is the articulation between the articular facet of the rib tubercle and the corresponding transverse process of the vertebra. It is formed by the following structures:

Articular Capsule & #8211; It is thin and inserted into the articular circumference with a synovial lining.

Superior Costotransverse Ligament & #8211; it fits into the upper edge of the rib neck and the transverse process of the vertebra above.

Posterior Costotransverse Ligament & #8211; They are fibers that insert into the rib neck and at the base of the transverse process and lateral edge of the articular process of the above vertebra.

Rib Neck Ligament & #8211; They are short and resilient fibers that join the back of the rib neck with the adjacent transverse process.

Rib Tuber Ligament & #8211; It is a short, thick and resilient fascicle that runs from the apex of the transverse process to the non-articular portion of the rib tubercle.

COSTOTRANSVERSARY LINKS
Costotransverse Ligaments
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Sternocostal Joints & #8211; the joints of the true rib cartilage with the sternum are flat joints except for the first one which is a synchondrosis. The connecting elements are:

Articular Capsule & #8211; They are very thin fibers that surround the joints of the costal cartilages of the true ribs with the sternum.

Radiant Sternocostal Ligament & #8211; thin, radiating bundles radiating from the anterior and posterior surfaces of the sternal ends of the true rib cartilage.

Intra-articular Sternocostal Ligament & #8211; constant only on the second rib. It extends from the rib cartilage to the fibro cartilage that joins the manubrium to the body of the sternum.

Costoxiphoid Ligament & #8211; connect the anterior and posterior faces of the seventh rib to them in the xiphoid process.

STERNOCOSTAL JOINTS
Sternocostal Joints
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Interchondral Joints & #8211; joints between the costal cartilages.

Costochondral Joints & #8211; joints between the ribs and the costal cartilages.

Sternal Joints:

1 – Manubrium-sternal & #8211; between the manubrium and the body of the sternum is usually a symphysis.

2 – Xifoesternal & #8211; between the xiphoid process and the body of the sternum, it is usually a symphysis.

Lumbosacral Joints

These are the joints between the 5th lumbar vertebra and the sacrum bone. Their bodies are joined by a symphysis, including an intervertebral disc.

Ileolumbar Ligament - inserted into the anteroinferior face of the 5th lumbar vertebra and radiates into the pelvis through two beams: one inferior, the lumbosacral ligament that is inserted into the anterosuperior face of the sacrum and one upper beam, the partial insertion of the square muscle of the loin, passing to the iliac crest anterior to the sacroiliac joint, continuing up with the thoracolumbar fascia.

ILEOLOMBAR CONNECTION
Ileolumbar Ligament
Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Sacrococcygeal Joint

This is a symphysis between the sacrum apex and the coccyx base, joined by a fibrocartilage disc.

Anterior Sacrococcygeal Ligament & #8211; irregular fibers that descend over the pelvic faces of both the sacrum and coccyx.

Posterior Sacrococcygeal Ligament & #8211; The superficial surface passes from the back of the fifth sacral vertebra to the back of the coccyx.

Lateral Sacrococcygeal Ligament - connects a transverse process of the coccyx to the inferolateral angle of the sacrum bone.

Intercorneal Ligaments - join the horns of the sacrum and coccyx.

SACRO-COCCYGETIC JOINT
Sacrococcygeal joint

 

Source: NETTER, Frank H .. Atlas of Human Anatomy. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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